sábado, 11 de setembro de 2010

Exportações de aço da China caem 38% em agosto, a 2,8 mi de ton (Danuza Peixoto)

XANGAI (Reuters) - A China exportou 2,8 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos em agosto, queda de 38 por cento em relação aos 4,55 milhões de toneladas de julho, informou a alfândega do país nesta sexta-feira.



As importações somaram 1,35 milhão de toneladas no mês passado, queda de 3,6 por cento ante as 1,4 milhão de toneladas em julho.



Já os estoques de minério de ferro importado dos principais portos da China somavam 69,97 milhões de toneladas até está sexta-feira, queda de 1,5 por cento em relação ao volume acumulado no final da semana passada, segundo a consultoria Mysteel.



Os estoques de minério australiano na China somaram 25,08 milhões de toneladas, queda de 220 mil toneladas em relação à semana passada, enquanto o volume de minério indiano é de 14,85 milhões de toneladas, baixa de 740 mil toneladas.



Enquanto isso, o minério de ferro com origem no Brasil somou 16,28 milhões de toneladas, recuo de 230 mil toneladas sobre a semana anterior.



As importações totais de minério de ferro pela China em agosto foram de 44,61 milhões de toneladas, queda de 13 por cento sobre julho, segundo dados preliminares divulgados pela alfândega nesta sexta-feira.



Os estoques de minério em siderúrgicas ficaram em uma média de 38 dias de consumo em 3 de setembro, queda em relação aos 41 dias de 20 de agosto, segundo pesquisa da Mysteel com 50 usinas. Além disso, a consultoria afirmou que as usinas tinham uma média de 21 dias de minério de ferro doméstico.



(Por Ruby Lian, Jason Subler e David Stanway)

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Acesse os 600 Blogs que integram o Painel do Coronel Paim (uma parceria com o Google), constituindo o maior aglomerado de Blogs do Planeta.


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sábado, 31 de julho de 2010

Quem é o Coronel Paim

Nome: Edson Nogueira Paim
Local: Aquidauana, Mato Grosso do Sul

O CoroneL PaiM é Candidato a Deputado Estadual - 12777 pelo PDT/MS (Coligação "A Força do Povo")


Cirurgião Dentista e Médico Clínico e Sanitarista - Doutor em Saúde Pública - Tenente Coronel Reformado do Quadro de Dentistas do Exército, aguardando publicação da promoção ao Posto de Coronel, em ressarcimento de preterição. Autor dos livros "Sistemismo Ecológico Cibernético", "Sistemas, Ambiente e Mecanismos de Controle" e da Tese de Livre-Docência: "Profilaxia do Acidente de Trânsito" - Professor Adjunto IV da Faculdade de Medicina (UFF) - Disciplinas: Epidemiologia, Saúde Comunitária e Sistemas de Saúde Professor Titular de Metodologia da Pesquisa Científica - Fundação Educacional Serra dos Órgãos (FESO)

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Edson Paim Notícias no Painel de Blogs

Em cada um dos Blogs que integram o Painel do Paim, o maior aglomerado de Blogs do Planeta, uma parceria com o Google, você encontrará o LINK de Edson Paim Notícias (http://www.edsonpaim.com.br/)

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Clicando nestes LINKS, você poderá ler, diariamente, as Notícias atualizadas, do Brasil e do Mundo.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Brasil: Potencial Celeiro do Mundo

Disputa econômica ficou para trás

BUENOS AIRES - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Brasil tornaram-se, nos últimos anos, uma fonte de admiração e saudável inveja na Argentina. As lideranças da oposição recorrem constantemente à figura do presidente brasileiro para citá-lo como exemplo de consenso, em contraposição com as personalidades adeptas ao confronto político como a presidente Cristina Kirchner e seu marido e ex-presidente Néstor Kirchner.

Os empresários suspiram ao ver os substanciais créditos outorgados pelo BNDES, lamentam a inexistência de uma entidade financeira similar na Argentina e sonham com os polpudos financiamentos "à moda brasileira" ao setor agropecuário (enquanto que na Argentina, os ruralistas são alvo de retaliações do governo local).

A própria presidente Cristina Kirchner, no comício de lançamento de sua campanha eleitoral, há exatamente um ano, fez uma única referência à uma empresa. A companhia citada foi a Embraer. "Um exemplo a ser seguido", exclamou Cristina na ocasião. "O Brasil é um exemplo a imitar", sustenta Alieto Guadagni, ex-diretor da Argentina no BID. Depois, espeta o governo Cristina: "O Brasil responde aos desafios estimulando sua produção, e não colocando um monte de impostos sobre ela.

Enquanto isso, a Argentina optou por desestimular a oferta produtiva". "A Argentina não ambiciona mais, como a meados dos anos 90, durante a presidência de Carlos Menem, em disputar a liderança com o Brasil. Isso está enterrado no passado", diz o ex-Secretário de Comércio, Raúl Ochoa. "Essa sensação ocorre desde 1999, quando a Argentina estava em recessão, e aprofundou-se com a crise de 2001- 2002. De lá para cá, o Brasil tomou outro destino, e a Argentina ficou para trás."

No passado, o peso do Brasil na região soava como uma "ameaça" para a Argentina. Mas, desde a crise de 2001-2002, a percepção dos argentinos sobre seu próprio país e o vizinho mudou. Agora a força da economia brasileira e sua influência política é encarado como uma "oportunidade" para a Argentina. Segundo os analistas, o crescimento do Brasil vai beneficiar os argentinos tanto pela expansão da demanda de produtos Made in Argentina para o mercado do sócio do Mercosul como pelo maior fluxo de capitais do Brasil no país.

"A Argentina precisa aproveitar melhor o crescimento brasileiro", sustenta Dante Sica, diretor da consultoria Abeceb. "É preciso grudar no Brasil e aproveitar sua expansão", afirmam analistas, após destacar a transformação do Brasil no potencial "celeiro do mundo" (título que a Argentina ostentava há um século) e de suspirar de inveja pela descoberta de petróleo na plataforma marítima.

Nos últimos seis anos, dezenas de empresas brasileiras expandiram-se na Argentina, entre elas a Petrobras (que adquiriu a energética Pérez Companc), a AmBev (que comprou a cervejeira Quilmes) e a Camargo Corrêa (que ficou com a Loma Negra, a maior empresa de cimento do país). No total, as empresas brasileiras investiram US$ 8 bilhões na Argentina.

Fonte: Tribuna da Imprensa

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Exportações recordes de US$ 15,1 bilhões no mês passado, mas saldo comercial cai 22%

Saldo comercial cai 22% com importações recordes.

Apesar das exportações recordes de US$ 15,1 bilhões no mês passado, o saldo da balança comercial registrou queda de 22,4% em relação a agosto de 2006.

Isso porque as importações também foram recordes: US$ 11,57 bilhões.

No ano, a queda do superávit chega a 7,5%.

No acumulado até agosto, o saldo comercial está em US$ 27,5 bilhões.

A importação de bens de consumo avançou 31,8%.

(Folha de São Paulo - Sinopse Radiobrás - 04-09-07)

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Balança comercial brasileira acumula um saldo positivo de US$ 23,985 bilhões, no semestre anterior

* A balança comercial brasileira acumula entre janeiro e julho de 2007 um saldo positivo de US$ 23,985 bilhões, 4,8% menos que no mesmo período de 2006 (US$ 25,192 bilhões), segundo dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento.

(Gazeta Mercantil - Sinopse Radiobrás)